22 nov, 2006

Reflexão

Postado por Vanesa 17:39 | Permalink Permalink | Comments Comentários (0) | Trackback Trackbacks (0) | Citações
"Só existe um PODER de fato e de direito, O CONHECIMENTO, este ninguém consegue vencer ou tomar"


18 nov, 2006

-OS 100 LIVROS BRASILEIROS DO SÉCULO 20-Fonte: Câmara Brasileira do Livro

1.Novelas Paulistanas: Brás, Bexiga e Barra Funda - Antonio de Alcântara Machado
2.A Rosa do Povo - Carlos Drummond de Andrade
3.O Tempo e o Vento - Érico Veríssimo
4.Vidas Secas - Graciliano Ramos
5.Grande Sertão: Veredas - Guimarães Rosa

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18 nov, 2006

-Os 100 melhores livros da literatura universal segundo a Folha de São Paulo

- Ulisses (1922) - James Joyce (1882-1941). Retomando parodicamente a obra fundamental do gênero épico -a "Odisséia", de Homero-, "Ulisses" pretende ser uma súmula de todas as experiências possíveis do homem moderno. Ao narrar a vida de Leopold Bloom e Stephen Dedalus ao longo de um dia em Dublin (capital da Irlanda), o autor irlandês rompeu com todos as convenções formais do romance: criação e combinação inusitada de palavras, ruptura da sintaxe, fragmentação da narração, além de praticamente esgotar as possibilidades do monólogo interior. Para T.S. Eliot, o mito de Ulisses serve para Joyce dar sentido e forma ao panorama de "imensa futilidade e anarquia da história contemporânea".
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Em Busca do Tempo Perdido (1913-27) - Marcel Proust (1871-1922). Ciclo de sete romances do escritor francês, inter-relacionados e com um só narrador, dos quais os três últimos são póstumos: "O Caminho de Swann", "À Sombra das Raparigas em Flor", "O Caminho de Guermantes", "Sodoma e Gomorra", "A Prisioneira", "A Fugitiva" e "O Tempo Redescoberto". Ampla reflexão sobre a memória e o poder dissolvente do tempo, o ciclo se apóia em fatos mínimos que induzem o narrador a resgatar seu passado, ao mesmo tempo em que realiza um painel da sociedade francesa no fim do século 19 e início do 20.
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O Processo - Franz Kafka
(1883-1924). Na obra-prima do escritor tcheco de língua alemã, o bancário Josef K. é intimado a depor em um processo instaurado contra ele. Mas, enredado em uma situação cada vez mais absurda, Joseph K. ignora de que é acusado, quem o acusa e mesmo onde fica o tribunal.
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Doutor Fausto (1947) - Thomas Mann
. Biografia imaginária do compositor alemão Adrian Leverkühn, escrita por seu amigo Serenus Zeitblom durante o desenrolar da Segunda Guerra Mundial. Nela, o autor, para recontar o pacto fáustico com o diabo, se vale de aspectos da vida de Nietzsche, da teoria dodecafônica de Shoenberg e do auxílio teórico do filósofo Adorno. O alemão Thomas Mann, filho de uma brasileira, recebeu o Prêmio Nobel em 1929.
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Grande Sertão: Veredas (1956)- Guimarães Rosa
(1908-1967). No sertão do Norte de Minas, o jagunço Riobaldo conta para um interlocutor, cujo nome não é revelado, a história de sua vida de guerreiro e de seu amor pelo jagunço Diadorim -na verdade, uma mulher disfarçada de homem para vingar o pai morto em luta. A escrita de permanente invenção de Guimarães Rosa (feita de neologismos, arcaísmos, transfigurações da sintaxe) reelabora a expressão oral e os mitos do interior do país a fim de criar um quadro épico e metafísico do sertão
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16 nov, 2006

-Qual é o maior livro do mundo?

É o Yongle Dadian, uma enciclopédia chinesa da Dinastia Ming, composta por 22.937 capítulos em 10.000 volumes. Cerca de dois mil estudiosos trabalharam em sua elaboração, entre 1403 e 1408. O livro, considerado um marco na cultura do país, tem 3.7 milhões de caracteres chineses, muitos deles já não mais utilizados, e registra a história do período anterior à Dinastia Ming (1368-1644). O prefácio é do próprio imperador Chengzu, que compara o difícil trabalho a ?peneirar a areia em busca de ouro, ou explorar o oceano procurando por diamantes?. Boa parte do Yongle Dadian foi destruída pelas forças aliadas, incluindo tropas da Grã-Bretanha, Estados Unidos, Rússia e Japão, que invadiram Pequim em 1900


16 nov, 2006

-Gregos apresentam reconstrução do livro mais antigo da Europa-Agencia EFE-20-11-2006

Atenas, 20 out (EFE).- Um grupo de cientistas gregos apresentou hoje no Museu Arqueológico de Salônica, no norte da Grécia, a primeira edição reconstruída do livro mais antigo da Europa, o chamado Papiro de Derveni, que data de 25 séculos atrás. (Mais)

16 nov, 2006

-Inauguração da Casa da Leitura

A Prefeitura Municipal, por meio da Fundação Cultural de Curitiba, inaugura de 13 a 21 de novembro, a Casa da Leitura, no Parque Barigüi. O espaço dedicado à literatura ocupará o que foi o Centro Cultural Maria Fumaça, onde funciona o Teatro da Maria.

A proposta do novo espaço é funcionar como um centro de estudos e pesquisas voltado à leitura, não só do ponto de vista da promoção do hábito de ler como das discussões teóricas sobre os mecanismos e as formas de incentivo. Nesse sentido, a casa será palco de cursos, seminários e conferências voltados aos agentes multiplicadores e incentivadores, caso dos professores da rede municipal de ensino, contadores de histórias, arte-educadores e voluntários, além de ações com estudantes e com a comunidade.

Segundo a coordenadora do espaço, Angelina Neska Balaguer, a Casa da Leitura vai estimular a leitura e formar promotores. “A nossa idéia é que as pessoas leiam em todos os espaços. Não só na Casa, mas também no parque. Em breve cada leitor poderá escolher o livro em nosso espaço e levá-lo para o parque para ler com uma esteirinha”, diz.

A Casa da Leitura vai dispor de um acervo rotativo de obras, teses e pesquisas. A Casa terá também um acervo de obras literárias que tanto servirá de fonte para as ações educativas desenvolvidas na casa, como estará disponível para o público que quiser fazer do local um recanto de leitura.

O Centro Cultural estava sem uso havia oito anos e em condições precárias em sua estrutura física. Para abrigar a Casa da Leitura, o imóvel de 80 metros quadrados passou por reforma completa, com troca de piso, cobertura, vidros, portas, esquadrias, janelas, aparelhos e metais sanitários e hidráulicos, revestimento de forros e paredes. Toda a casa foi lixada e pintada, além de ganhar uma nova calçada externa. A obra custou R$ 58 mil e foi patrocinada pela Cimento Itambé.

Segundo a coordenadora do espaço, Angelina Neska Balaguer, a Casa da Leitura vai estimular a leitura e formar promotores. “A nossa idéia é que as pessoas leiam em todos os espaços. Não só na Casa, mas também no parque. Em breve cada leitor poderá escolher o livro em nosso espaço e levá-lo para o parque para ler com uma esteirinha”, diz.

A Casa da Leitura vai dispor de um acervo rotativo de obras, teses e pesquisas. A Casa terá também um acervo de obras literárias que tanto servirá de fonte para as ações educativas desenvolvidas na casa, como estará disponível para o público que quiser fazer do local um recanto de leitura.


14 nov, 2006

-MEC quer ampliar estímulo à leitura nas escolas - MEC - 10/11/2006

O MEC está propondo um pacto com os secretários municipais e estaduais de educação para incentivar a leitura nas escolas. A intenção não é só distribuir livros didáticos e paradidáticos, mas fomentar a leitura e acompanhar essa política de perto. A implantação de centros de leitura em 30 escolas públicas, a publicação da revista LeituraS e um conjunto de documentos sobre a política para a formação de leitores são algumas das ações práticas previstas para o início de 2007. (Mais)

14 nov, 2006

-Bibliotecas escolares carecem de formação de leitores - MEC - 13/11/2006

As bibliotecas instaladas em escolas públicas do ensino fundamental no Brasil não estão associadas a projetos de formação de leitores. Os professores não têm intimidade com os acervos. E ainda persiste a cultura do armário. Ou seja, a de deixar os livros trancados. Esses são alguns dos resultados da pesquisa avaliativa sobre leitura nas escolas públicas realizada pela Associação Latino-Americana de Pesquisas e Ações Sociais, ligada à Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).

A pesquisa, encomendada pelo Ministério da Educação, avaliou a utilização dos acervos do Programa Nacional Biblioteca na Escola (PNBE) relativos a 2001, 2002 e 2003. Foi realizada em 196 escolas públicas de ensino fundamental de 19 cidades do Pará, Bahia, Sergipe, Ceará, Goiás, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Espírito Santo. O trabalho de campo foi feito no fim do ano passado. O resultado, concluído este ano, foi apresentado aos secretários municipais e estaduais de Educação na sexta-feira, dia 10, no seminário nacional Currículo em Debate, em Brasília.

De acordo com Jane Cristina da Silva, coordenadora-geral de estudos e avaliação de materiais do MEC, a pesquisa rompe mitos de leitura. Independentemente da carência das escolas, constatou-se que as instituições de ensino são guardiãs da leitura. “Em espaços carentes e condições adversas, há práticas vitalizadoras da leitura”, disse. Segundo Jane, a reação dos alunos é positiva quanto à chegada dos livros do PNBE. Ela constata, contudo, que os professores não têm intimidade com os acervos do programa. “Muitas vezes, são profissionais não-leitores responsáveis por alunos leitores”, afirmou.

Outros problemas apontado pela pesquisa são a inexistência quase total, nas escolas públicas, de bibliotecários com formação e a ausência de concursos para esse cargo. Por fim, a pesquisa constatou que há necessidade de formação específica de profissionais nas escolas para utilização dos acervos e de políticas públicas de leitura e de formação de leitores nas escolas.

“O sentido de leitura ainda é para fazer prova”, afirmou Jane. Ela destaca que a leitura precisa ultrapassar o limite da disciplina de português e envolver as demais disciplinas e áreas da escola. “Falta mediação. A diferença entre a entrega da merenda escolar e do livro escolar é que o segundo programa precisa de mediação constante”, disse.

Pacto

O MEC pretende firmar um pacto com os secretários municipais e estaduais de Educação para incentivar a leitura nas escolas. A idéia não é só distribuir livros didáticos e paradidáticos, mas fomentar a leitura e acompanhar essa política de perto.

A implantação de centros de leitura em 30 escolas públicas; a publicação da revista LeituraS e a entrega de um kit de documentos sobre a política de formação de leitores são algumas das iniciativas práticas previstas para o início de 2007.

PNBE

O programa consiste na aquisição e na distribuição de obras de literatura brasileira e estrangeira, infanto-juvenis, de pesquisa e de referência, além de outros materiais de apoio a professores e alunos, como atlas, globos e mapas.

Começou a ser implementado em 1997 e a distribuir livros em 1999. Naquele ano, foram entregues 20 mil acervos de literatura às escolas públicas. Em 2005 e 2006, os estabelecimentos de ensino receberam 5.575.160 acervos. Outros dados do programa estão na página eletrônica do programa.

Texto retirado do site da Camara brasileira do Livro-CBL

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"Um livro e como uma janela. Quem não o lê, é como alguém que ficou distante da janela e só pode ver uma pequena parte da paisagem."

(Kahlil Gibran)


13 nov, 2006

-Elas escrevem. Simplesmente-Correio Brasiliense-Brasilia

Esqueça a idéia de que mulheres escrevem sobre e para elas. Escritoras rompem barreiras de gênero no caderno de poesias, no diário, no blog ou no livro publicado. Quem ganha é a literatura contemporânea brasileira  (Mais)

11 nov, 2006

-Bibliotecas na areia trazem à tona passado acadêmico da África Por Nick Tattersall msn 10/11/2006

TIMBUKTU, Mali (Reuters) - Pesquisadores em Timbuktu estão lutando para preservar dezenas de milhares de textos da antiguidade que, segundo eles, comprovam que a África tem uma história escrita pelo menos tão antiga quanto a da Renascença européia.

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9 nov, 2006

-Curiosas bibliotecas...


"Bibliocicleta" é a atração

Caixas na frente e atrás: com alguns ajustes, bicicletas são transformadas em "bibliocicletas" -sim, bicicletas que levam livros.

Talvez você tenha visto uma delas circulando por São Paulo em setembro ou outubro, durante o evento "1ª Primavera Ler É Preciso", que levou histórias às crianças. Agora, depois de tanto serem pedaladas por aí, estão paradas no conserto.

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8 nov, 2006

-Prejuizo por roubo de obras raras pode chegar a R$ 500 mil -Biblioteca Publica do Paraná

Resportagem extraída de "gazeta do povo Online", em 8/11/06

A Biblioteca Pública do Paraná divulgou nesta quarta-feira que o prejuízo com o roubo de 120 livros raros pode chegar a R$ 500 mil. Na terça o Centro de Operações Policiais Especiais (Cope) divulgou o retrato falado do pricipal suspeito pelos roubos.

O setor onde ficam as obras literárias mais raras da biblioteca não possui sistemas de segurança, como alarmes e câmeras, e os livros e periódicos ficam vulneráveis a ação dos criminosos. Segundo o ParanáTV desta quarta, a direção da BP trabalha com duas hipóteses para o crime. Na primeira delas o roubo foi feito ao longo de cinco meses, com as obras sumindo aos poucos. Já na outra possibilidade o crime poderia ter sido cometido em apenas um fim de semana.

A direção afirmou também que estuda melhorar o sistema de segurança da biblioteca para evitar que novos roubos aconteçam. Uma das obras roubadas, segundo o ParanáTV, valia cerca de R$ 3.500.

As investigações
Reprodução / RPC - TV Paranaense
Reprodução / RPC - TV Paranaense / O homem, com cerca de 20 anos, se identificou como estudante de biblioteconomia
O homem, com cerca de 20 anos, se identificou como estudante de biblioteconomia

O Cope investiga o caso há cerca de um mês, desde que a direção da Biblioteca comunicou o furto à polícia. A delegada Vanessa Alice, que comanda as investigações, acredita que as obras foram roubadas por encomenda e que já tenham saído do Paraná. Por isso, o Cope entrou em contato com as polícias do Rio de Janeiro e de São Paulo para pedir cooperação. A idéia é ter informações sobre restauradores de livros antigos, por exemplo, que podem dar pistas sobre as obras furtadas em Curitiba.

A delegada disse também, em entrevista coletiva na tarde desta terça, que no Paraná não existe comércio especializado para esse tipo de obras literárias. Há possibilidade de que o ladrão estivesse trabalhando para uma quadrilha internacional, que tenha conexões com colecionadores de obras raras.

O homem que furtava os livros foi descrito por funcionários da Biblioteca como alto, magro, jovem - com pouco mais de 20 anos de idade - e bem falante. Ele freqüentava o local desde o início do ano, as vezes acompanhado, mas na maioria das vezes, sozinho. O que mais chamou a atenção dos funcionários da Biblioteca é que o suspeito sempre usava uma capa de chuva grande e grossa, independente do clima que fazia no dia.


6 nov, 2006

-Crônica "Histórias de sebo"

Para os leitores contumazes, os sebos podem reservar gratas surpresas: uma raridade, uma edição refinada...

A Feira do Livro de Porto Alegre está aí e é tempo de a gente se reencontrar, na praça, com o livro. Um objeto maravilhoso, que passou o teste do tempo (afinal, foi inventado há mais de 500 anos) porque é fácil de manejar e é prático: dá para ler até no banheiro. Mais do que isto, o livro sempre foi considerado um símbolo, a porta de entrada para o conhecimento, para a sabedoria. E por isso era, e é, muito valorizado. Os imigrantes alemães que vinham para o RS, pessoas pobres, traziam muito pouca coisa. Mas livros (a Bíblia, ao menos) nunca faltavam na modesta bagagem deles. Houve época em que livro era um bem precioso, um acervo que deveria ser cuidadosamente preservado.

Mas a indústria gráfica desenvolveu-se e o mercado livreiro cresceu. Nos Estados Unidos aparecem mais de 100 mil títulos novos ao ano. A oferta é, portanto, muito grande. O que é ótimo. Acontece, porém, que apesar de todas suas qualidades o livro tem um defeito: ocupa espaço. Não é um grande espaço, mas considerando o reduzido tamanho dos apartamentos modernos, cria-se um problema: o que fazer com os livros que a gente já leu, e que há muito tempo não consulta? Os bibliófilos não hesitarão em responder: pode-se sacrificar qualquer coisa, menos os livros. José Mindlin, que é o maior bibliófilo do Brasil, e que recentemente foi eleito para a ABL, tem uma casa para si próprio e outra, muito maior, para os livros, que incluem inúmeras preciosidades.

Mas nem todos são bibliófilos, e alguns precisam, mesmo a contragosto, desfazer-se de seus livros. E aí entra em cena a livraria de livros usados, o sebo. A origem desta denominação é discutida. Segundo uma teoria, ela viria do tempo em que se lia à luz de vela, cujo sebo acabava pingando nos livros. Não sei se é assim, porque as apostilas colegiais eram conhecidas como sebentas, mesmo lidas (quando eram lidas) à luz das lâmpadas. De qualquer jeito, os sebos são muito antigos: surgiram na Europa já em meados do século 16. No começo não vendiam livros, e sim pergaminhos e documentos - os alfarrábios. Hoje há sebos famosos. A Strand, em Nova York, funciona há 80 anos, tem 200 empregados e anuncia em sua propaganda que suas prateleiras, juntas, oferecem 18 milhas de livros: mesmo caminhando em passo acelerado, seriam necessários alguns dias só para olhar os livros.

Para os leitores contumazes, os sebos podem reservar gratas surpresas: uma raridade, uma edição refinada. Momentos de emoção: num blog da Internet um leitor conta que 20 anos depois de ter vendido um livro encontrou-o num sebo. Banhado em lágrimas, comprou-o na hora. E há muitas outras histórias parecidas: o Guilherme, da Mosaico, conta várias.

Para escritores, as surpresas podem não ser tão agradáveis. É um choque para o autor encontrar seu livro num sebo. Pior foi o que aconteceu com o escritor pernambucano Raimundo Carrero. Ele deu para um amigo um exemplar de uma obra sua, autografada. No dia seguinte foi a um sebo e lá estava o livro. De imediato telefonou ao ingrato presenteado, perguntando o que estava achando da obra. "Maravilhosa", foi a resposta. Então vou lhe dar um conselho, disse Carrero:

- Da próxima vez que você vender um livro que ganhou de presente, tire pelo menos a página com a dedicatória.

Não há dúvida: a gente aprende muita coisa nos sebos. E não é apenas aquilo que os livros têm para nos contar.

Texto de Moacyr Scliar, retirado de www.cartamaior.com.br, data 2/11/2006


3 nov, 2006

-Pirataria atinge livros na web-Folha de Pernambuco - PE 01/11/06

Obras protegidas são digitalizadas e distribuídas à revelia dos autores Maria Inês, da AVBL, aposta no registro das obras para inibir pirataria (Mais)

1 nov, 2006

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Postado por Vanesa 20:01 | Permalink Permalink | Comments Comentários (0) | Trackback Trackbacks (0) | Citações

A falta de recursos pode ser reparada com facilidade, mas a pobreza da alma é irreparável.

(Montaigne)

Tela do artista paranaense Celito Medeiros, poeta, escritor e artista plástico digital.


1 nov, 2006

-Google e concorrentes numa corrida frenética para digitalizar obras literárias - UOL - 30/10/2006

O Google e uma vasta coalizão anti-Google, apoiada por seus concorrentes Yahoo e Microsoft, estão numa verdadeira corrida para digitalizar e colocar on-line obras literárias de todo o mundo. (Mais)