28 abr, 2007
-"Escrever é uma ponte entre o real e o imaginário" A Tribuna - Santos - 23/04/2007
18 abr, 2007
-Sim, o Sítio do Pica-Pau existe. E fica em Taubaté O Estado de S. Paulo - 17/04/2007
Espaço tem programação para marcar 125 anos de Monteiro Lobato
Para quem achava que tudo era mera ficção, a boa notícia: o Sítio do Pica-Pau Amarelo existe sim. Trata-se de uma imensa área verde no centro de Taubaté, interior de São Paulo, onde fica a casa do Visconde de Tremembé, avô de Monteiro Lobato. Lá nasceu há 125 anos - a data será comemorada amanhã - o pai de Emília, a boneca falante, e de outros personagens inesquecíveis.
(Mais)16 abr, 2007
...
"A VIDA SÓ PODE SER COMPREENDIDA OLHANDO-SE PARA TRÁS, MAS DEVE SER VIVIDA OLHANDO-SE PARA FRENTE"
(NIELS BOHR)
10 abr, 2007
-Confesso que não li-Folha de São Paulo
Inspirada pela pesquisa, a reportagem da Folha pediu a alguns escritores e leitores que freqüentam a Livraria Cultura, em São Paulo, que relatassem seus exemplos de livros "menos lidos". A lista apontou de clássicos de notória difícil digestão, como "Ulisses", de James Joyce, a best sellers como "Quando Nietzsche Chorou", em que Irvin D. Yalom criou uma trama envolvendo o filósofo alemão Friedrich Nietzsche e Sigmund Freud.
O romance de Yalom está, por exemplo, na lista dos livros que a escritora Lya Luft começou, achou "chato" e não terminou: "Faço isso algumas vezes porque tenho pouca paciência para o que não me interesse ou seduza", justifica Luft. "Tendo traduzido uma grande biografia de Nietzsche, e conhecendo um pouco da vida e obra de Freud, detestei aquelas situações romanceadas."
Dono de uma biblioteca com 8.000 mil livros, o escritor Alberto Mussa compra até 20 livros por mês, mas não sofre tanto com sua condição de colecionador, que não dá conta do que está na estante. E sim com um quase trauma de infância. Mussa conta que, quando criança, era obrigado pelo pai a fazer resumos de livros, se fazia alguma "besteira". O castigo funcionou até que caiu em suas mãos "Guerra e Paz", clássico do escritor russo Tolstói.
"Tomei aversão ao livro. Comprei outra edição há dois anos e não consegui ler até hoje", confessa Mussa, que há cerca de um ano abandonou outro clássico: "Finnegans Wake", de Joyce. "Achei absurdo, um livro sem sentido, uma viagem que não tem nada a ver."
9 abr, 2007
-Como chegar ao primeiro livro - Folha de S. Paulo - 26/03/2007
Jovens escritores explicam qual foi a trilha que seguiram para colocar nas livrarias suas obras de estréia
Escrever um livro demanda inspiração e trabalho duro. Mas publicá-lo exige bem mais: é preciso aliar esforço a um pouco de sorte, um tanto de iniciativa, bons contatos e muita paciência. A Folha ouviu sete escritores de uma nova geração que contam suas experiências e revelam quais os possíveis atalhos para lançar o primeiro livro.
Alguns criaram a própria editora, como o paulistano Daniel Galera, 27. Aos 21 anos, ele juntou-se aos amigos Daniel Pellizzari e Guilherme Pilla (companheiros no fanzine eletrônico CardosOnline) para fundar a Livros do Mal, editora que funcionou de 2001 a 2003.
2 abr, 2007
-Livro esgotado em preso em "blitz" contra cópias
Retida no 5.º DP de Sorocaba, obra relata prisões durante 30.º Congresso da UNE
(José Maria Tomazela, SOROCABA, pelo jornal O Estado de São Paulo )
Um exemplar do livro Movimento Estudantil - A UNE na Resistência ao Golpe de 64, do professor José Luis Sanfelice, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) está há mais de cinco meses “detido” no 5º Distrito Policial de Sorocaba.
A apreensão ocorreu durante blitz policial para coibir a cópia não autorizada de livros.
Ocorre que a obra, lançada em 1986 pela editora Cortez, está esgotada há mais de dez anos e sua cópia foi recomendada pelo próprio autor.
O livro aborda a prisão de líderes estudantis durante o regime militar, na década de 60. Entre eles o ex-presidente do PT, ex-ministro da Casa Civil e deputado federal cassado José Dirceu. Um dos capítulos trata do célebre 30º Congresso da União Nacional dos Estudantes (UNE), em Ibiúna, interior de São Paulo, que terminou com a prisão, em 12 de outubro de 1968, dos 800 participantes, entre eles Dirceu, candidato favorito à presidência da entidade.
Também são citadas lideranças estudantis da época, como José Serra, presidente da UNE entre 1963 e 1964 e hoje governador de São Paulo (PSDB), e José Genoíno, outro ex-presidente do PT e hoje deputado federal na 6ª legislatura. O autor, que também colabora com o programa de mestrado da Universidade de Sorocaba, foi procurado por uma aluna que queria consultar seu livro para utilizar numa dissertação de mestrado.
“Contei que havia um único exemplar na biblioteca da escola e sugeri que ela tirasse cópia.” A aluna levou o livro a uma xerocadora justamente no dia da blitz. Quando soube da apreensão, ela informou o professor. “Achei estranho, pois é uma edição esgotada, de mais de 20 anos.”
Ele considera que o caso remete a uma rediscussão da lei dos direitos autorais. “Como não fiz reedição, tenho de tornar o conteúdo disponível de alguma forma. Isso pode acontecer com outros autores.”
Sanfelice dispôs-se a ir até o distrito para liberar a obra, mas foi informado de que não adiantaria.
O exemplar foi encaminhado para uma demorada perícia técnica. Sanfelice acredita que o livro pode ficar preso mais tempo do que Dirceu. O ex-líder estudantil permaneceu 11 meses numa cela do Departamento de Ordem Política e Social (Dops) em São Paulo, até ser exilado no México, de onde seguiu para Cuba.
A aluna, Marcilene Leandro Moura, que é professora de educação física, disse que procurou o livro até em sebos. “Mandei copiar autorizada pelo autor e como último recurso.”
Quando soube da apreensão, foi até o DP, onde informaram que havia um inquérito em andamento. De nada adiantou dizer que precisava do livro para a tese.
Marcilene teve até problemas acadêmicos por causa da apreensão. “Como estava em débito com a biblioteca, não conseguia cancelar a inscrição numa disciplina do mestrado e quase fui reprovada por falta.”
Ela teve de negociar uma anistia, oferecendo outro título à biblioteca. “Ninguém acreditava que minha história fosse verdadeira.”
O delegado do 4º DP, José Olímpio Prette, confirmou ontem que o exemplar foi encaminhado para perícia no Instituto de Criminalística (IC). O procedimento seria necessário para comprovar a reprodução, vedada pela lei 9.610, de 1998.
Artigo retirado do site www.vermelho.org.br
2 abr, 2007
- Um pais se faz de homens e de livros _Valor Econômico - 30/03/2007
2 abr, 2007
-Tecnologia rompe limites de livros e lousas-O Estado de são Paulo 02/04/2007
Um corpo humano, semidissecado, flutua na lousa em cores vivas. Com um toque de dedo, o professor, atento à reação dos alunos, abre a cavidade torácica e expõe o coração, que bate com vigor. O som das batidas estremece a sala. Vários olhinhos atentos acompanham o fluxo de sangue pelo corpo até chegar ao cérebro.
(Mais)