9 out, 2007
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"As polêmicas passam, mas os livros ficam."
(Milton Hatoum, escritor brasileiro)
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"O tempo para ler, como o tempo para amar, dilata o tempo para viver."
(Daniel Pennac, escritor franco-marroquino)
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"Não se é o mesmo após se ler um bom livro."
(João Alexandre Barbosa, crítico literário brasileiro)
(Frases retiradas do livro "O livro entre aspas" de Carlo Carrenho e Rodrigo Magno Diogo, editora Casa da Palavra)
14 jun, 2007
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22 nov, 2006
Reflexão
1 nov, 2006
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A falta de recursos pode ser reparada com facilidade, mas a pobreza da alma é irreparável.
(Montaigne)
Tela do artista paranaense Celito Medeiros, poeta, escritor e artista plástico digital.
20 out, 2006
-Reflexão
"Nas grandes coisas, os homens mostram-se como lhe convém mostrar-se; nas pequenas, mostram-se como são"
Sebastian Chamfort- escritor francês dos século XVIII

20 jun, 2006
-Livros Digitais - O Globo - 20/06/2006
Ficou para depois das eleições, com a Comissão Setorial do Livro, a decisão sobre o projeto que o grupo Google ofereceu ao Ministério da Cultura: digitalizar dois milhões de títulos da Biblioteca Nacional.
O custo ficaria em torno de U$ 10 milhões e envolveria a contratação de 250 pessoas, tudo pago pelo Google. As bibliotecas da França e da Alemanha rejeitaram a mesma oferta, porque, entre outros problemas, os padrões da digitalização remetem todos para a língua inglesa. A Biblioteca Nacional tem 200 títulos digitalizados.
14 jun, 2006
-Citação de Padre Antonio Vieira
"O livro é um mudo que fala, um surdo que responde, um cego que guia, um morto que vive; e não tendo ação em si mesmo, move os ânimos e causa grandes efeitos."
26 mai, 2006
-Das linhas para a película
A partir da criação do cinema, esta se vê com uma colossal aliança com a literatura, onde tantos heróis e vilões tomam vida; tantas árvores por vezes imaginadas, dançam na frente de nossos olhos tendo o vento com pares; tantos diálogos que foram motivos de discussões entre amigos, serem esbravejadas.
Obviamente, não são todos que aplaudam os mesmos. Há quem diga, por exemplo, que Alex e seus "drugues" deveriam usar os uniformes negros como na obra de Anthony burguess- Laranja Mecânica; ou ainda que não entenderam o filme, talvez justamente por não ter lido sua versão literária. Ou por que há tantos tiros na adaptação cinematográfica em "Eu, Robô" de Will Smith, sendo que nem é utilizado o substantivo "arma" na obra original de Isaac Asimov. São apenas dois exemplos que tento demonstrar o quão complicado pode ser transmitir linhas para película.
Stanley Kubrick foi um diretor bem voltado para trazer a literatura para o cinema: Laranja Mecânica, Nacido para Matar, Lolita, 2001- Uma Odisséia no Espaço, são alguns dos quais dirigiu e que são livros.Filmes antigos, como "Nosferatu" adaptação alemã de 1922 de "Drácula" de Bram Stocker, dando um grande passo no expressionismo alemão da época; e na década de 1940 com o próprio Drácula, agora com Bela Lugosi, e Frankenstein de Mary Shelley foram as telas.Os filmes de ficção científica, nas décadas de 1970 e 1980, e no final da década de 1990 e começo do século XXI: Harry Potter, O Senhor dos Anéis, Nárnia, Desventuras em Série, Clube da Luta.
Temos que se lembrar da literatura nacional: Dom, baseado na obra de Machado de Assis; Auto da Compadecida de Ariano Suassuna; Xangô de Banker Street de Jô Soares; O que é isso Companheiro? de Fernando Gabeira.
Não poderíamos poder terminar sem mencionar o "Código da Vinci" de Dan Brown, há bastante tempo sendo o mais vendido em várias parte de mundo, tendo em seu elenco Tom Hanks.
Cinema e literatura são duas paixões para muitos, pesando mais de um lado que do outro. São duas formas de expressão diferentes, porém sendo explorados na medida certa, sua união pode ampliar os sentimentos desses seus amantes incontestáveis.
